Empresa holandesa refuta rumores de que equipamentos de litografia avançada teriam sido enviados ao país asiático, classificando a informação como prejudicial à sua reputação.
A ASML, fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores, negou veementemente um relatório do governo dos Estados Unidos que sugeria o envio de uma máquina de litografia EUV (Extreme Ultraviolet) para a China. A empresa classificou os rumores como imprecisos e prejudiciais à sua reputação, reforçando sua posição de que não comercializou tais sistemas para o território chinês.
A controvérsia ganhou destaque após o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, expressar preocupação em uma conversa com executivos da ASML. Segundo o relato das fontes, o representante do governo americano demonstrou inquietação com a possibilidade de a China já ter acesso a um sistema de litografia EUV, tecnologia crucial para a fabricação de chips de última geração.
O comércio de equipamentos EUV para a China é estritamente proibido por sanções internacionais coordenadas pelos Estados Unidos e pelos Países Baixos. Essas máquinas são essenciais para a produção de semicondutores em escalas de nanômetros avançadas, e a restrição visa limitar o avanço tecnológico e militar do país asiático no setor de chips.
Ao rebater as alegações, a ASML reiterou que cumpre rigorosamente todas as leis de exportação aplicáveis. A empresa evita comentar especificamente sobre os detalhes das conversas com autoridades norte-americanas, mas mantém a firmeza em sua declaração pública de que as informações circulantes sobre o envio dos equipamentos não correspondem à realidade.
Não. A ASML negou veementemente o relatório do governo dos EUA que sugeria o envio de uma máquina EUV para a China, classificando a informação como imprecisa e prejudicial à sua reputação.
O comércio dessas máquinas para a China é proibido por sanções internacionais coordenadas pelos EUA e Países Baixos. A tecnologia é crucial para a fabricação de chips avançados, e a restrição visa limitar o avanço tecnológico e militar do país asiático.
A ASML reiterou que cumpre rigorosamente todas as leis de exportação aplicáveis e evitou comentar detalhes das conversas com autoridades norte-americanas, mas manteve a firmeza de que as informações circulantes não correspondem à realidade.