A ação coletiva acusa a fabricante de ter anunciado recursos de condução autônoma para modelos R1 de primeira geração que, segundo os autores, não foram entregues.
Proprietários de veículos da Rivian entraram com uma ação coletiva contra a fabricante nos Estados Unidos, segundo o TechCrunch. A queixa afirma que a empresa teria prometido por anos a chegada de recursos de direção sem as mãos aos veículos R1 de primeira geração, mas não teria cumprido essa oferta.
De acordo com o TechCrunch, os autores do processo dizem que a suposta promessa foi um elemento relevante na venda dos veículos. A acusação mira especificamente funcionalidades associadas a sistemas avançados de assistência ao motorista, área em que montadoras têm usado atualizações de software e pacotes opcionais como parte da estratégia comercial.
O caso se soma ao escrutínio sobre a forma como empresas de veículos elétricos e tecnologia automotiva comunicam capacidades de automação. Como a informação disponível vem da ação relatada pelo TechCrunch, as alegações ainda representam a posição dos autores do processo, não uma conclusão judicial.
A Rivian, segundo a reportagem, é acusada de ter induzido consumidores a esperar uma funcionalidade que não chegou aos veículos citados na ação. O desfecho dependerá da análise do tribunal sobre as comunicações da empresa, os termos de venda e o entendimento dos consumidores sobre o que foi prometido.
Os proprietários processaram a fabricante nos EUA alegando que a empresa prometeu por anos a chegada de recursos de direção sem as mãos aos veículos R1 de primeira geração, mas não cumpriu a oferta.
A acusação foca em sistemas avançados de assistência ao motorista, sustentando que a promessa de condução autônoma foi um elemento relevante para a venda dos veículos e induziu os consumidores a esperar uma funcionalidade que não foi entregue.
Não. As alegações representam atualmente a posição dos autores do processo. O desfecho dependerá da análise do tribunal sobre as comunicações da empresa, os termos de venda e o entendimento dos consumidores.