Comissão Europeia rejeita proposta para manter jogos antigos jogáveis
A Comissão Europeia rejeitou uma proposta de alterações legislativas que visava manter jogos antigos jogáveis após o fim do ciclo comercial. A iniciativa, conhecida como Stop Destroying Videogames, foi apresentada pelo movimento Stop Killing Games. O objetivo era garantir que as empresas por trás dos videogames fornecessem uma forma de jogar os jogos após o fim do ciclo comercial, especialmente para jogos multiplayer e live-service que dependem de servidores para funcionar. No entanto, a Comissão considerou que os detentores de direitos autorais desfrutam de direitos exclusivos sobre suas criações e, portanto, não pode propor uma obrigação legal de manter os videogames jogáveis após deixarem de ser fornecidos comercialmente. Embora a Comissão tenha rejeitado a principal proposta da iniciativa, concordou em informar os consumidores sobre a duração e as condições de restrição de contratos antes da aquisição de um jogo. Além disso, o órgão pretende conversar com representantes da indústria dos games e dos consumidores para elaborar um código de conduta para a gestão do 'fim de vida' dos videogames. O fundador da Stop Killing Games, Ross Scott, afirmou que a decisão era esperada e que a Comissão irá empurrar o problema para os tribunais. A crise na indústria dos games é real, com mais de 50 jogos encerrados apenas em 2026, e a Stop Killing Games busca salvar os jogos antigos de serem esquecidos.
O que é a proposta Stop Destroying Videogames?
Por que a Comissão Europeia rejeitou a proposta?
O que a Comissão Europeia concordou em fazer em relação à proposta?