Agência espacial avalia acoplador criogênico desenvolvido pela L3Harris para viagens de longa distância.
A NASA está realizando testes de um dispositivo criogênico projetado para permitir o reabastecimento de naves diretamente no espaço. O equipamento, conhecido como "cryocoupler", foi desenvolvido pela empresa L3Harris e tem como objetivo viabilizar missões de longa duração no espaço profundo.
A tecnologia de transferência de propelente em órbita é vista como um passo fundamental para a exploração espacial além da órbita terrestre. Ao permitir que veículos reabasteçam após o lançamento, a estratégia reduz a necessidade de carregar todo o combustível necessário desde a decolagem, o que pode aumentar significativamente a carga útil e o alcance das missões.
O sistema da L3Harris foca no manuseio de fluidos criogênicos, que exigem controle rigoroso de temperatura para permanecerem no estado líquido. O sucesso dos testes com o acoplador é essencial para validar a viabilidade mecânica e térmica da transferência de combustível no ambiente de microgravidade.
Embora os detalhes específicos sobre o cronograma de testes não tenham sido divulgados, o desenvolvimento reflete o esforço contínuo da NASA em parceria com a iniciativa privada. A criação de uma infraestrutura de reabastecimento orbital é considerada um requisito técnico para futuras expedições tripuladas e não tripuladas a destinos distantes, como a Lua e Marte.
O cryocoupler é um dispositivo criogênico projetado para permitir o reabastecimento de naves diretamente no espaço. Ele foca no manuseio de fluidos criogênicos, garantindo a transferência de combustível com controle rigoroso de temperatura no ambiente de microgravidade.
O reabastecimento em órbita permite que as naves não precisem carregar todo o combustível desde a decolagem. Isso reduz o peso na partida, aumentando significativamente a carga útil e o alcance das missões para destinos distantes, como a Lua e Marte.
A NASA está realizando os testes do dispositivo em parceria com a empresa privada L3Harris, que é responsável pelo desenvolvimento do acoplador criogênico.