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Tecnologia theregister.com ·10h · 1 min

Pesquisadores divulgam exploit de BootROM para iPhones com chips A12 e A13

Vulnerabilidade no SecureROM afeta modelos de iPhone e não pode ser corrigida via atualização de software, exigindo troca do aparelho.

Redação news-flow
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Pesquisadores divulgam exploit de BootROM para iPhones com chips A12 e A13

Pesquisadores de segurança divulgaram um exploit para o BootROM de iPhones equipados com os processadores A12 e A13. A falha explorada reside no SecureROM, um componente de hardware de apenas leitura responsável pelos estágios iniciais de inicialização do sistema. Por estar gravada diretamente no silício, a vulnerabilidade não pode ser corrigida por meio de atualizações de software.

A técnica utilizada guarda semelhanças com o checkm8, um exploit histórico que afetou dispositivos iOS anteriores e se tornou amplamente conhecido por permitir o desbloqueio de aparelhos e a instalação de sistemas não autorizados. Assim como no caso do checkm8, a nova falha representa um desafio estrutural para a segurança dos dispositivos afetados, uma vez que contorna mecanismos de proteção baseados em software.

De acordo com o The Register, a única forma de mitigar a vulnerabilidade é a substituição do hardware. Como o código comprometido faz parte da memória fixa do aparelho, nenhuma atualização do sistema operacional consegue alterar a rotina de inicialização defeituosa.

Isso significa que proprietários de iPhones com os chips A12 e A13 não precisam aguardar correções de segurança da fabricante. A solução definitiva para o problema estrutural do SecureROM exige a aquisição de um novo modelo de smartphone que já conte com uma arquitetura de BootROM atualizada desde a fábrica.

Fontes
Quais iPhones são afetados pelo novo exploit de BootROM?

O exploit afeta iPhones equipados com os processadores A12 e A13, comprometendo o SecureROM, componente responsável pela inicialização do sistema.

A vulnerabilidade do SecureROM pode ser corrigida com atualização de software?

Não. Por estar gravada diretamente no silício (hardware de apenas leitura), a falha não pode ser corrigida via atualizações do sistema operacional.

Qual é a única solução para mitigar a falha de segurança no BootROM?

A única forma de mitigar a vulnerabilidade é a substituição do hardware, exigindo que o usuário adquira um novo modelo de smartphone com arquitetura atualizada.